sábado, 25 de fevereiro de 2012

Bate-Papo (1)




Recentemente estava assistindo um programa de TV e vi uma entrevista com uma mulher que muito me chamou atenção. Ela dava dicas para a pessoa se desapegar de coisas desnecessárias e ficar só com o essencial. Ela também disse que achava que todos deveriam escrever, nem que fosse para dizer que pela manhã foi à praia e o coco estava custando R$ 4,00.

Segundo ela, futuramente seria muito interessante um filho ou um neto reler esses escritos. Nunca tinha pensado dessa forma, mas realmente deve ser muito interessante. Não escrevo pensando nisso, mas se um dia eles quiserem ler, vou deixar o Manuscrito disponível. (Ops! Tenho que ter cuidado com o que escrevo!)

Normalmente nos meus textos eu não costumo dar muitos detalhes da minha vida, porém estou com vontade de escrever uns textos diferentes... Como também, não escrevo pensando diretamente em quem irá ler, à princípio escrevo apenas para traduzir pensamentos.

Como todo e qualquer texto, depende muito da interpretação de quem lê, às vezes me surpreendo com algumas interpretações que as pessoas fazem dos meus textos (O que acho muito legal!). Às vezes quero dizer uma coisa e as pessoas dão aos assuntos outros direcionamentos, o que só acrescenta. Tenho aprendido que um texto, após traduzido, ganha vida própria. Mas enfim, também acho que as pessoas deveriam escrever, compartilhar a sua visão de mundo e os seus aprendizados.




Beijão galerinha!
Esse foi o 1° Bate-papo! (Pretendo fazer outros!)

5 comentários:

sawuelbruno™ disse...

Ja pensei em fazer isso : )

hoje se meu avos tivessem feito eu gostaria de ter ligo e saber como eram seus dias ...

seria interessante,
Bela postagem, gosei : )

--
sawuelbruno™

Luiza Fernandes disse...

Esperando pelos outros então!
Beijos, ótimo domingo.

Letícia disse...

Escrever é sempre bom. As palavras se traduzem seguindo aquilo que carregamos no coração.

Um beijo flor. ;*

Thalita Santos disse...

Penso que quem escreve nunca morre, fica vivo de algum jeito em suas palavras. É como quando você está sempre lendo algo de um autor que você gosta muito, porém já morreu, você se identifica com os pensamentos de uma pessoa que nem vive mais e você de alguma forma a conhece, mesmo que ela já tenha ido embora deste mundo antes mesmo de você nascer.

Priscila Lima disse...

Concordo com td que vcs disseram.
Realmente Thalita, quem escreve nunca morre!

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