domingo, 11 de novembro de 2012

Brincando



Olá meu Blog, bateu saudades... Por isso, aqui estou. É legal passar por você apenas como uma leitora, mas diante de tudo que já compartilhei contigo, apenas "passar" é muito pouco. Então vamos brincar um pouquinho com as palavras:

E nessa de seguir em frente
Caminhando eu vou
Preservando o meu lado bom
Que sempre me ajudou.

A cada dia,
Um novo recomeço
É com essa filosofia
Que me fortaleço.

Nem todo fim,
Tem um ponto final
Às vezes o mundo dá voltas
E o improvável se torna natural.

Pode a vida me desafiar
Que com fé irei enfrentar.
Se com dureza ela me tratar
Já aviso que é com poesia que irei revidar!


9 comentários:

รяª Nathalia disse...

Enfrentar a vida com a poesia, mostra delicadeza e sutileza.

Sara Roosevelt disse...

Que bonita poesia!
A vida deve ser assim, uma "lirada" de cada vez. hahaa
adorei, beeijos

Catia Bosso disse...

Lindo espaço. Não consegui seguir. Algum problema com o blogger...


bjsMeus
Catita

D. Garcia disse...

Não existe ponto final, pois cada história que acaba anuncia nova que recicla. Os ventos sempre retornam e trazem de terras distantes perfumes ainda não experimentados. E na poesia os versos navegam em toda a alma.
Linda a tua poesia, Priscila!
Gostei muito e agradeço a tua gentil visita ao meu espaço.
Tenha uma ótima semana.
Abraços.

Tina Bau Couto disse...

Muita poesia para nossa vida
Bom te ter de volta
Receba o carinho
De uma fã
De uma amiga

Gabriela Freitas disse...

Fico feliz com a sua volta, adoro o manuscrito!
Voltou com grande estilo, ótimo poema.

Jhosy . disse...

Priscila,
tão bom ter você por aqui de novo, e saiba que me encantei com a brincadeira e a sutileza das palavras!
Sua poesia é um encanto doce!

Um beijo,
uma linda semana pra vocÊ!
Jhosy

http://meninamsicaeflor.blogspot.com.br/

O Profeta disse...

Cinco letras…
Cinco pontas de cadente perdida na aurora
Na loucura de alguns instantes escrevo
Descalço vou adiante num ir longe, embora

Solto das mãos murmúrios sussurrantes
Do basalto explode um bando de pombos bravos, alguns negros
Há um livro branco apenas com a palavra ausência
Há uma carta de marear para um rumo de mil segredos

Flores de solidão crescem em pedaços de fria lava
Um espantalho saltou-me do bolso a remexer
Uma sombra desceu a janela e tocou-me
Cerrei olhos para sentir o que não queria ver

Boa semana

Bruna disse...

Ai, e agora? se eu já adorava vocêm agora que você disse que gosta do Engenheiros eu gosto mais.
Eu achei tão bonitinha essa sua riminha. Ah, Priscila, parabéns de novo e de novo.

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